Ilhéus é um município que fica localizado no Sul da Bahia. É a cidade que tem a maior extensão de litoral do Estado. Ilhéus foi fundado em 1534 passou a ser cidade apenas em 1881. É conhecida por fazer parte dos romances de Jorge Amado, como Gabriela, Cravo e Canela e Terras do Sem Fim. É considerada a capital do cacau e denominada por seus habitantes como a "Princesinha do Sul". Sua economia baseia-se na agricultura, turismo e indústrias. Já foi o primeiro produtor de cacau do mundo, mas, depois da enfermidade conhecida como vassoura-de-bruxa, que infestou as plantações, reduziu consideravelmente a sua produção. Conhecida também como "IOS", sigla que respeita a grafia antiga do nome da Cidade, "São Jorge dos Ilhéus", que é utilizada nos bilhetes de transporte aéreo.

Com uma ampla rede hoteleira e um dos maiores litorais da Bahia, a Cidade de Ilhéus representa grande importância para o turismo nacional.

ilheus, vista de ilheus, bahia

Alguns pontos turísticos como a Praia dos Milionários (mais movimentada da cidade de Ilhéus), Praia do Cristo e Olivença, além de alguns passeios como Rio do Engenho, lagoa encantada, ilha do desejo e o próprio centro histórico da cidade, já valem muito a pena uma visita a cidade de Ilhéus.

Os principais pontos de encontro dos antigos comerciantes também permanecem de pé, como o Bar Vesúvio e o Cabaré Bataclan, presentes nas obras de seu ilustre filho adotivo Jorge Amado. Em homenagem ao escritor, que representou muito bem as belezas e histórias da cidade, a residência onde passou a infância foi transformada em Casa de Cultura, mais uma parada obrigatória em uma visita na Cidade de Ilhéus.

 

jorge amando  CASA DE JORGE AMADO

A Cidade conta com o Aeroporto Jorge Amado que é a pincipal porta de abertura da cidade e de toda a Região Sul da Bahia.

O Aeroporto de Ilhéus funciona desde 1981 e é administrado pela Infraero sempre oferecendo segurança e conforto aos usuários, contando com estacionamento, lanchonetes e locadoras de veículos.

AEROPORTO DE ILHEUS

ILHÉUS - TERRA DA GABRIELA

Vinda do agreste, Gabriela chega a Ilhéus em 1925, em busca de trabalho. É levada do “mercado dos escravos”, lugar onde acampam os retirantes, pelo árabe Nacib. O dono do bar Vesúvio não atenta de imediato para a beleza da moça, escondida sob os trapos e a poeira do caminho. Não tarda, porém, a descobrir que ela tem a cor da canela e o cheiro do cravo. Em breve, todos os homens da cidade vão se render aos encantos de Gabriela.
Ela assume a cozinha do bar, e o Vesúvio ferve por conta do tempero e da presença inebriante de Gabriela. Apaixonado, o ciumento Nacib decide que o melhor é se casar. Gabriela passa a ter obrigações que não combinam com seu espírito livre e rústico. No entanto, não se deixa subjugar. Nacib a flagra na cama com Tonico Bastos e manda anular o casamento. Mas Gabriela ainda voltará a ser sua cozinheira e a freqüentar sua cama.
Gabriela, cravo e canela narra o caso de amor entre o árabe Nacib e a sertaneja Gabriela e compõe uma crônica do período áureo do cacau na região de Ilhéus. Além do quadro de costumes, o livro descreve alterações profundas na vida social da Bahia dos anos 1920: a abertura do porto aos grandes navios leva à ascensão do exportador carioca Mundinho Falcão e ao declínio dos coronéis, como Ramiro Bastos. É Gabriela quem personifica as transformações de uma sociedade patriarcal, arcaica e autoritária, convulsionada pelos sopros de renovação cultural, política e econômica.

gabriela ilheus

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